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TV Varjota em Destaque - Ao vivo

Paolla Oliveira tem fotos íntimas vazadas por colega de equipe durante gravação



A sempre discreta Paolla Oliveira tornou-se mais uma vítima da onda de vazamentos  que  atinge globais.

Fotos da atriz seminua foram tiradas clandestinamente durante gravações da série ‘Assédio’ e divulgadas em redes sociais.


O autor e divulgador das imagens era alguém presente no estúdio, ou seja, um funcionário da própria Globo.

A emissora confirmou o episódio e assegurou que medidas serão tomadas para identificar e punir – inclusive judicialmente – o responsável pela atitude criminosa.

“A Globo repudia com veemência esse tipo de abuso, que atenta contra os direitos da atriz e viola a privacidade de seus ambientes de trabalho. O ato, que configura crime previsto em lei, também foi informado às autoridades policiais”, informa nota oficial.

O canal afirma que “já adota regras rígidas e do conhecimento de todos para preservar seus locais de filmagem, seus funcionários e suas obras, mas, diante desse fato, estão sendo aprimoradas as medidas de segurança, com novos procedimentos, que serão ainda mais rígidos em gravações fora dos Estúdios Globo”.

No Instagram, onde é seguida por quase 11 milhões de pessoas, Paolla Oliveira postou um texto no qual expressa revolta e faz coerente reflexão a respeito da invasão de privacidade.

“O que para mim é trabalho se transformou em oportunidade para alguém tentar tirar vantagens. O que esta pessoa ganhou com isso? Dinheiro, fama, cliques, likes, popularidade?”, questionou a artista.

“Em um momento em que todos estamos buscando uma sociedade mais correta, não há mais espaço para considerarmos esperteza o que é um desrespeito.”

Esta é apenas a mais recente ocorrência do tipo envolvendo importantes contratados da Globo.

O autor e divulgador das imagens era alguém presente no estúdio, ou seja, um funcionário da própria Globo.


“A Globo repudia com veemência esse tipo de abuso, que atenta contra os direitos da atriz e viola a privacidade de seus ambientes de trabalho. O ato, que configura crime previsto em lei, também foi informado às autoridades policiais”, informa nota oficial.

O canal afirma que “já adota regras rígidas e do conhecimento de todos para preservar seus locais de filmagem, seus funcionários e suas obras, mas, diante desse fato, estão sendo aprimoradas as medidas de segurança, com novos procedimentos, que serão ainda mais rígidos em gravações fora dos Estúdios Globo”.

No Instagram, onde é seguida por quase 11 milhões de pessoas, Paolla Oliveira postou um texto no qual expressa revolta e faz coerente reflexão a respeito da invasão de privacidade.

“O que para mim é trabalho se transformou em oportunidade para alguém tentar tirar vantagens. O que esta pessoa ganhou com isso? Dinheiro, fama, cliques, likes, popularidade?”, questionou a artista.

“Em um momento em que todos estamos buscando uma sociedade mais correta, não há mais espaço para considerarmos esperteza o que é um desrespeito.”

Esta é apenas a mais recente ocorrência do tipo envolvendo importantes contratados da Globo.

Vídeos íntimos de conteúdo sexual supostamente feitos pelo apresentador de telejornais Rodrigo Bocardi, o ator Caio Paduan (o delegado Bruno de O Outro Lado do Paraíso), o humorista Marcelo Adnet e o ator José Loreto circularam recentemente na web.

O vazamento que expôs Bocardi saiu da esfera pessoal e envolveu diretamente a emissora pela posição privilegiada do jornalista na empresa. Ele é apontado como provável sucessor de William Bonner como titular no Jornal Nacional.

No final do ano passado, uma gravação divulgada por um ex-editor do canal, com comentários considerados racistas, resultou na rescisão contratual do âncora do Jornal da Globo, William Waack.

Os casos de Paolla Oliveira e Waack são especialmente graves, pois o vazamento foi feito de material captado na emissora por pessoas que deveriam prezar pela confidencialidade profissional – e no respeito ao colega de trabalho.

É difícil ter controle absoluto das várias fases do processo industrial de uma novela ou telejornal. Muitos profissionais têm acesso aos estúdios e ao material gravado.

Evidentemente não se pode contar apenas com a ética individual. A Globo precisará mesmo revisar o controle interno para evitar novos vazamentos.

Os atores que se deixam gravar diante da webcam precisam repensar a autopreservação. Um dos ônus da fama é a vulnerabilidade. Não dá para contar com discrição e cumplicidade no ambiente virtual.

Há por parte de muitas pessoas um prazer sádico em provocar constrangimento a quem ostenta popularidade e status. Um mal contemporâneo sem remédio disponível, mas na mira da lei.

Informações Terra


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