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PM é sequestrado, torturado e atingido por dois tiros durante a madrugada em Fortaleza




O clima de violência envolvendo a criminalidade e as forças de segurança do Ceará permanece. Na madrugada deste sábado (25), um cabo do Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTUR) foi sequestrado por quatro homens e torturado durante cerca de quatro horas. O PM conseguiu fugir, mas foi atingido por dois tiros, um no peito e outro de raspão no braço, na rua São João, no bairro Bonsucesso. As informações foram confirmadas por fonte do BPTUR.

[ Errata às 10h53 ] Diferente do que publicamos, o cabo não foi baleado no bairro Autran Nunes, mas no bairro Bonsucesso.

Após a ocorrência, o cabo foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento do bairro Conjunto Ceará, na Área Integrada de Segurança (AIS) 2, para primeiros atendimentos, e em seguida transferido para o Instituto Doutor José Frota (IJF), no Centro. De acordo com agente ligado ao BPTUR, a lesão foi grave, mas o estado do policial é estável.

Ainda conforme a fonte, por ter saído em fuga, o policial raptado não conseguiu recuperar a arma nem os documentos pessoais, que possivelmente ficaram em poder dos suspeitos.

Questionada pela reportagem sobre detalhes do sequestro e da tortura, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) não mencionou os episódios, e somente informou, por meio de nota, que equipes das Polícias Civil e Militar estão em diligências para capturar os responsáveis por atirar no PM. A Pasta relata que o PM trafegava no bairro Henrique Jorge - Área Integrada de Segurança 06 (AIS 06), em uma motocicleta, quando foi abordado e alvejado pelos suspeitos. Uma equipe do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) está à frente das investigações. Até o momento, ninguém foi preso.

O comandante da Polícia Militar do Ceará, Ronaldo Viana, informou que o cabo “não estava fardado nem em serviço, estava voltando para casa, durante a madrugada” e que a ação começou como uma tentativa de roubo, já que o cabo foi abordado em um semáforo entre os bairros Autran Nunes e Genibaú.

O advogado da Associação dos Profissionais de Segurança, Vitor Torres, esteve com o policial, no IJF, que relatou ter ficado desacordado após o ataque dos criminosos, no Autran Nunes. O cabo declarou que só acordou a 1km do local e ouviu os bandidos discutindo sobre matá-lo ou não, após o identificarem como policial. A vítima entrou em luta corporal com os homens, que dispararam cinco vezes, mas apenas um disparo atingiu o PM.

Diario do Nordeste
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