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Polícia Federal prende homem que participou de morte de chefões do PCC no Ceará



Jefte dos Santos, preso nesta quarta-feira (16) acusado de participação no assassinato dos chefes de facção Gegê do Mangue e Paca, reservou hotéis em Fortaleza e obteve as armas que foram usadas no crime, detalhou a delegada da Polícia Federal Vanessa Souza.

A Polícia Federal também obteve o mandado de prisão da mãe de Jefte, acusada de ajudar o filho na elaboração do plano para matar os membros da organização criminosa.

Gegê e Paca foram encontrados mortos em reserva indígena na Grande Fortaleza em fevereiro de 2018. Conforme a investigação, membros da facção ordenaram a morte dos dois porque eles usavam dinheiro da organização criminosa para sustentar uma vida de luxo em Aquiraz, área nobre do litoral cearense. Eles viviam em uma mansão e possuíam carros de luxo, que foram apreendidos pela Justiça.

"Jefte dos Santos preparou toda a logística do crime. Veio a Fortaleza dias antes [do duplo homicídio], conseguiu as armas e selecionou hotéis onde os criminosos ficaram hospedados", afirmou a delegada. O plano do crime envolveu também o aluguel de um helicóptero.

A aeronave foi usada pelos criminosos em um suposto plano de fuga, para levar Gegê e Paca a um outro país. Durante o percurso, o piloto fingiu uma pane no helicóptero e parou em uma reserva indígena, onde os comparsas aguardavam armados e mataram os dois. Eles foram assassinados com tiros e golpes de faca nos olhos.

Prisão em São Paulo

Ele foi preso em um sítio em São Paulo, no local que a Polícia Federal considera a residência dele. No momento da prisão, Jefte estava acompanhado de amigos; os policiais checaram a situação de todos eles, mas apenas Jefte tinha acusação.

Os agentes da PF apreenderam com Jefte apenas telefones celulares. Ele deverá permanecer em São Paulo até ser transferido para o Ceará. A delegada da Polícia Federal no Ceará afirmou que a transferência ocorrerá em "momento oportuno" e não tem data definida.
Ele já tinha sido condenado a 47 anos, 7 meses e 15 dias de prisão pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e formação de quadrilha armada.

Gegê era considerado um dos membros da cúpula da facção. Havia a suspeita de que ele estivesse controlando o tráfico de drogas no Paraguai. Ele já tinha sido condenado a 47 anos, sete meses e 15 dias de prisão pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e formação de quadrilha armada.

Informações G1
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